6º Domingo do Tempo Comum - 16 Fev 2014

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03/12/2013 18:43

6º DOMINGO DO TEMPO COMUM A – 16 FEV 2014

Domingo da nova justiça

 

Subsídios para a preparação do comentário

 

Revista de Liturgia nr 223

Com autoridade de Messias e Filho de Deus, Jesus conduz os ensinamentos antigos à prática perfeita. Os seus seguidores são impelidos a buscar a verdadeira justiça, agindo conforme a vontade amorosa de Deus. Jesus lembra o mandamento: Não cometerás homicídio para extrair um sentido mais radical. Compromete seus discípulos a preservar não apenas a vida física, mas também a integridade moral. Exige a superação da raiva como meio par conservar a fraternidade, sem necessidade de recorrer aos tribunais. Mostra que a reconciliação com o irmão é condição para celebrar o culto agradável a Deus. Jesus recorda ainda outro mandamento do decálogo: não cometerás adultério. Ele destaca que a pessoa deve centrar todo o ser em Deus, pois antes do ato físico, o adultério ocorre no coração. O Reino de Deus, a vida de justiça, cria relações diferentes entre homem e mulher. Por isso, ao retomar Dt 24,1-4, Jesus ressalta que o matrimônio é um pacto de amor e fidelidade. Jesus afirma ainda que o empenho dos cristãos em viver a sinceridade e a caridade, torna inútil qualquer juramento. A 1ª leitura salienta que o Senhor dirige seu olhar para os que o temem. O ser humano, dotado de liberdade, tem a capacidade de escolher entre o bem e o mal. O Senhor deseja que todos escolham o caminho da vida, da salvação. O salmo, o mais longo do saltério, está organizado em forma de acróstico, conforme o alfabeto hebraico. Expressa a fé e a confiança na Palavra de Deus, ensinando a cumpri-la e aguardá-la no coração. Na 2ª leitura, Paulo fala da misteriosa sabedoria de Deus, destinada para a nossa glória desde a eternidade.

 

Atualizando

Jesus revela a vontade do Pai e pede uma adesão total ao evangelho. Os seus ensinamentos apontam para o caminho da vida, libertando-nos de uma observância superficial dos mandamentos. É impossível honrar e prestar culto verdadeiro a Deus, se o irmão é desrespeitado em sua dignidade.

 

A palavra de Deus na celebração

Nesta celebração, numa atitude de discípulos, somos formados pelo Senhor que nos desafia a praticar a justiça com radicalidade e a obedecer aos mandamentos de um modo novo e total. Alimentados pelo pão da vida, possamos caminhar sempre em busca da verdadeira vida.

 

Dia do Senhor – Tempo comum

Domingo da nova justiça – O Senhor, no alto da montanha, continua nos formando como seus discípulos. Hoje, ele nos desafia a praticar a justiça com radicalidade e a obedecer aos mandamentos de um modo novo e total.

Celebramos a páscoa de Jesus Cristo que se manifesta na luta de todas as pessoas e grupos que procuram viver,nas mais diversas situações, a justiça do reino, buscando uma nova atitude na relação uns com os outr4os, na relação homem-mulher, no uso da palavra.

 

Liturgia Diária nr 230

Reunidos para celebrar, somos convidados por Jesus a fazer as escolhas certas, pois diante de nós estão a vida e a morte, a felicidade e a infelicidade. Iluminados pelo Espírito, aprendemos a viver novas formas de nos relacionar com os outros e de colaborar para a concretização do reino de Deus.

A sabedoria provinda do Espírito de Deus é imensa e nos ajuda a discernir entre o bem e o mal e a fazer a vontade do Pai que está nos céus.

 

Roteiros Homiléticos do Tempo do Advento – Natal e Tempo Comum A

Não basta observar leis para ser justo. É preciso observá—las de maneira pessoal, conscientes daquilo que se está fazendo, a fim de realizar o bem ao qual a lei visa.

A justiça não depende da observância da lei. É no coração que se decide a atitude mais verdadeira e mais radical do homem. Não basta, portanto, não matar, mas é necessário não se irritar. Não basta não cometer adultério; é preciso não desejar a mulher dos outros.

Não se pode honrar a Deus, se o irmão é desonrado, pois Deus não está só nos céus, mas também em cada irmão que encontramos, especialmente nos pobres, nos pequenos, nos humildes, naqueles que nós tantas vezes rejeitamos.

Só uma pessoa imbuída da sabedoria de Deus e atenta à prática de Jesus será capaz de aceitar o desafio de preparar a mesa e sentar-se com os convivas para o banquete do amor, do perdão, da reconciliação, da escuta, do diálogo e da fraternidade que supera todas as discriminações e rejeições.

A mesa preparada para a refeição de ação de graças resume nossa atitude frente aos mandamentos de Deus e nos ensina que só na partilha encontramos a paz e as salvação.

 

 

Modelo

6º DOMINGO COMUM A

Domingo da nova justiça

Diácono Sérgio Ferreira de Almeida

 

 

COMENTÁRIO

A liturgia de hoje nos coloca diante de duas propostas: o Bem e o Mal.

Temos a liberdade de escolha, mas teremos também que arcar com as conseqüências.

Para evitar erros na escolha Jesus nos dá a verdadeira interpretação da lei de Deus.

 

 

PRE CES

 

PR – Rezemos a Deus para que nos dê a força de traduzir em obras a palavra que acolhemos no coração, dizendo: OUVI, SENHOR, O NOSSO CLAMOR.

 

1. Para que a Igreja, principalmente pelo testemunho de vida, leve as nações a viverem a bondade, o amor para com as pessoas, sem discriminação, rezemos.

 

2. Pela sociedade, para que se deixe guiar pela palavra de Jesus e trilhe o caminho da justiça e do amor, rezemos.

 

3. Para que o Evangelho aperfeiçoe sempre mais nosso amor, dando-nos delicadeza de consciência e de gestos para com todos os irmãos e irmãs, rezemos.

 

4. Pelos oprimidos e marginalizados, para que não se deixem seduzir pelos apelos da violência e do ódio, rezemos.

 

5. Pelos legisladores, para que suscitem leis em favor da vida dos mais pobres e necessitados, rezemos.

 

PR – Ó Deus, gravai em nós a lei do amor e do perdão, para vivermos em conformidade com os ensinamentos de Jesus. Que vive e reina para sempre. Amém.

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